O mercado de Real Estate no Brasil em 2026 projeta um “boom” de crescimento, impulsionado pela queda gradual da taxa Selic, expansão de 16% no crédito imobiliário e forte atuação do programa Minha Casa, Minha Vida. Para consultores do setor financeiro, a expectativa é de alta na compra e venda, com valorização de imóveis compactos e funcionais, além do destaque para sustentabilidade, uso de inteligência artificial e a consolidação das proptechs.
Com a perspectiva de Selic em queda (estimada próxima a (estimada próxima a 12,25% ao ano), os financiamentos via SBPE e FGTS devem crescer, com destaque para operações com recursos livres, que podem expandir até 66%.
Entre os motivos apresentados para esta previsão destaca-se o comportamento do consumidor, ou seja, registra-se um aumento na intenção de compra, com famílias buscando imóveis com melhor custo-benefício, funcionalidade e tecnologia.
Além disso, os tipos de imóveis também influenciam nesta previsão, com alta valorização de apartamentos compactos em centros urbanos, imóveis no interior com qualidade de vida e projetos de segunda residência.
É preciso lembrar que o mercado de fundos imobiliários (FIIs) continua maduro, com o patrimônio superando R$ 200 bilhões e maior participação de investidores institucionais, o que deve gerar mais investimento no setor. Outro dado relevante é a implementação do Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB), que vem aprimorar a segurança jurídica nas transações.
Para os investidores, o setor se mostra otimista, com potencial para crescer acima do Produto Interno Bruno (PIB) brasileiro, consolidando-se como um dos motores da economia, despiste de um ambiente de cautela quanto à inflação e incertezas macroeconômicas.
ACOLETTI – Oficina de Negócios: real estate como estratégia, estrutura e geração de valo


